segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Reformas, caneladas e o futuro
Marcelo viu o primeiro-ministro dar uma canelada grossa no PR por causa das pensões de reforma e marcou-lhe falta. Por mim fico com imensa curiosidade sobre que tipo de plano de reforma anda Passos Coelho a fazer para si e os seus. O prazo não me parece distante...
sábado, 15 de dezembro de 2012
Citar Lincoln no Nobel
No artigo www.cmjornal.xl.ptO Nobel da Caridade chamo a atenção para o discurso de Van Rompuy na cerimónia de atribuição do prémio em Oslo. Nele Van Rompuy citou Abraão Lincoln sobre os benefícios da União entre Estados. A mensagem é ambivalente: o presidente dos States lutou contra o modelo social da escravatura mas também consagrou o fim da possibilidade dos Estados federados à secessão. E uma nova guerra para impor as convenções da OIT a nível global não tem adeptos poderosos enquanto a pressão para a baixa de preços mundial com origem na Ásia continuar...
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
O número de Outubro da Revista Militar
Qualquer estudioso, ou historiador, de assuntos de defesa conhece a multicentenária Revista Militar fundada em 1848 quando o Estado português se esforçava por se reconstituir. Hoje, no meio de novas dificuldades, a Revista, sob a direcção do General Pinto Ramalho, resolveu entrar no debate sobre a oportunidade, ou não, de revisão do Conceito Estratégico de Defesa Nacional, e convidou um significativo grupo de individualidades em Setembro a pronunciar-se sobre a matéria. Tendo sido um dos participantes não quero deixar de felicitar a direcção da revista pela iniciativa e de chamar a atenção para a excelente súmula do debate publicada no número de Outubro. E recomendar a leitura a todos a quem o assunto deva interessar.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Nomeações jornalísticas, demissões políticas?
A RTP, porque pública, sempre foi um óptimo laboratório para se observar como as sub-oligarquias apresentam a sua dominação no aparelho informativo. De uma maneira geral a escolha do director e da equipa de informação é apresentada como derivada do mérito e do critério jornalístico. Quando chega a demissão é sabido que o critério se apresenta como político, no princípio e no fim! Saiu agora Nuno Santos, entrou Paulo Ferreira. Não há heróis nem vilões na Marechal Gomes da Costa. Fora os que continuam sempre lá.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
O Nobel salva a UE?
Foi triste a cerimónia da entregua do Nobel da Paz em Oslo à UE. Como se os circunstantes tivessem o sentimento que o prémio foi atribuído pelo passado e não pelo presente. Postumamente.
sábado, 8 de dezembro de 2012
Nem Grécia, nem Espanha.
O Cabo Submarino deste sábado chama a atenção para o facto de não ser só a Grécia que beneficia de melhores taxas de juro dos fundos europeu do que Portugal. A Espanha, mesmo sem ser um «país de programa», conseguiu um empréstimo de 40 mil milhões de euros para refinanciar o seu sistema bancário a uma taxa de juro de 1%.
Parabéns, Mário Soares !
Do alto dos seus 88 anos de uma vida sem virar a cara nem a esconder-se no estatuto histórico que alcançou, Mário Soares ainda hoje incomoda muita gente como se nota na imprensa deste fim-de-semana. Sobretudo os instalados e os timoratos. Parabéns Mário Soares neste dia 8 de Dezembro. Precisamos de si nestes tempos terríveis.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Câmara Clara
Temos uma nova máxima cá em casa:«É bom? Deve estar para acabar!»
Chegou assim a vez do programa da Paula Moura Pinheiro, Câmara Clara, que nos acompanhava ao domingo no Canal 2. Um excelente programa de informação e debate sobre cultura. Ainda há dias deliciara-me a ouvir o José-Augusto França, perene nos seus noventa anos. Por lá passei uma vez a discutir o Império Romano e a União Europeia, à minha maneira. Recordo isso no dia em que recebi um e-mail a dar-me conta, elegantemente, do final do programa. Assim acontece...
Chegou assim a vez do programa da Paula Moura Pinheiro, Câmara Clara, que nos acompanhava ao domingo no Canal 2. Um excelente programa de informação e debate sobre cultura. Ainda há dias deliciara-me a ouvir o José-Augusto França, perene nos seus noventa anos. Por lá passei uma vez a discutir o Império Romano e a União Europeia, à minha maneira. Recordo isso no dia em que recebi um e-mail a dar-me conta, elegantemente, do final do programa. Assim acontece...
Para ganhar ou para vender?
Há muito que não escrevo aqui sobre futebol. Mas ontem ao ver o meu SLB a jogar contra o Barcelona B e a exibir os seus espanhóis como o Nolito e o Rodrigo fiquei com a impressão que o principal objectivo era mostrar a mercadoria para venda e não tanto a vitória, arredada psicologicamente em Camp Nou. Rodrigo bem o ilustrou, que com dois companheiros flagrantemente melhor colocados para marcar o golo rematou ingloriamente para o mercado...Não dizem nada ao rapazito?
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Países de programa
Foi Vítor Gaspar quem, na AR, usou a extraordinária expressão, de «países de programa» para os que poderiam beneficiar, sentados, do esforço negocial dos governantes e do povo da Grécia em termos de juros e de prazos no pagamento dos empréstimos, os da troika incluídos, desde que «intervencionados», sob «resgate», signatários de «memorandos de entendimento» e outros eufemismos. Portugal estaria à cabeça desse reduzidíssimo pelotão da retaguarda. O extraordinário Passos Coelho apareceu a seguir na TVI com o ar maroto de quem se sabe poupar na arena internacional. O presidente do eurogrupo afirmara que assim estava decidido nestes casos desde Junho. Mas bastou uma pergunta mal endereçada no PE ao ministro alemão em vésperas de congresso da CDU para fazer ruir o castelo de cartas dos nossos amadores negociadores europeus. Para aprenderem.Infelizmente à nossa custa.
Joaquim Benite (1943-2012 )
Acabo de saber do falecimento de Joaquim Benite, o grande promotor do Festival Internacional de Teatro de Almada do qual me tornei assíduo frequentador. Há uns anos que o Joaquim Benite aparecia numa cadeira de rodas mas solidário, enérgico e solar. Estive aliás numa homenagem em que o embaixador de França o condecorou este Verão. Ficamos mais pobres com o seu desaparecimento.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
O bom aluno paga propinas
O deputado Diogo Feio, do mesmo partido do MNE, perguntou, no Parlamento Europeu, se Portugal teria os mesmos juros e facilidades de pagamento que a Grécia obteve a semana passada. Contrariamente à expectativa do bom aluno de Lisboa o ministro federal alemão das finanças deu-lhe uma rabecada escusada e até injusta. Mas nessa escola os bons alunos pagam propinas. Sobretudo quando levantam o dedo a pensar que sabem...
O banco central como símbolo
Scolari, o seleccionador das multidões, sabe mexer com a psicologia social. Mal foi nomeado treinador do Brasil disse que os jogadores que não aguentam a pressão deviam ir trabalhar para o banco central do Brasil!E o Banco do Brasil é um verdadeiro banco central e não um mero gabinete de estudos como alguns se tornaram na zona euro. Basta dizer que tem cerca de 160.000 funcionários...Sem pressão.
sábado, 1 de dezembro de 2012
O último orçamento
Passos Coelho não aprende nem com os erros dos outros e muito menos com os seus. Na entrevista à TVI este semana replicou o desastre do anúncio da subida da TSU para os empregados com o fim da gratuitidade do ensino público obrigatório.
O primeiro-ministro não dá mostras de querer alterar as opções políticas como os signatários da carta aberta que lhe foi entregue propõem. O orçamento para 2013 será pois o último da sua autoria.
O primeiro-ministro não dá mostras de querer alterar as opções políticas como os signatários da carta aberta que lhe foi entregue propõem. O orçamento para 2013 será pois o último da sua autoria.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
A carta que o Córtex assinou
"Exmo. Senhor Primeiro-Ministro,
Os signatários estão muito preocupados com as consequências da política seguida pelo Governo.
À data das últimas eleições legislativas já estava em vigor o Memorando de Entendimento com a Troika, de que foram também outorgantes os líderes dos dois Partidos que hoje fazem parte da Coligação governamental.
O País foi então inventariado à exaustão. Nenhum candidato à liderança do Governo podia invocar desconhecimento sobre a situação existente. O Programa eleitoral sufragado pelos Portugueses e o Programa de Governo aprovado na Assembleia da República, foram em muito excedidos com a política que se passou a aplicar. As consequências das medidas não anunciadas têm um impacto gravíssimo sobre os Portugueses e há uma contradição, nunca antes vista, entre o que foi prometido e o que está a ser levado à prática.
Os eleitores foram intencionalmente defraudados. Nenhuma circunstância conjuntural pode justificar o embuste.
Daí também a rejeição que de norte a sul do País existe contra o Governo. O caso não é para menos. Este clamor é fundamentado no interesse nacional e na necessidade imperiosa de se recriar a esperança no futuro. O Governo não hesita porém em afirmar, contra ventos e marés, que prosseguirá esta política - custe o que custar - e até recusa qualquer ideia da renegociação do Memorando.
Ao embuste, sustentado no cumprimento cego da austeridade que empobrece o País e é levado a efeito a qualquer preço, soma-se o desmantelamento de funções essenciais do Estado e a alienação imponderada de empresas estratégicas, os cortes impiedosos nas pensões e nas reformas dos que descontaram para a Segurança Social uma vida inteira, confiando no Estado, as reduções dos salários que não poupam sequer os mais baixos, o incentivo à emigração, o crescimento do desemprego com níveis incomportáveis e a postura de seguidismo e capitulação à lógica neoliberal dos mercados.
Perdeu-se toda e qualquer esperança.
No meio deste vendaval, as previsões que o Governo tem apresentado quanto ao PIB, ao emprego, ao consumo, ao investimento, ao défice, à dívida pública e ao mais que se sabe, têm sido, porque erróneas, reiteradamente revistas em baixa.
O Governo, num fanatismo cego que recusa a evidência, está a fazer caminhar o País para o abismo.
A recente aprovação de um Orçamento de Estado iníquo, injusto, socialmente condenável, que não será cumprido e que aprofundará em 2013 a recessão, é de uma enorme gravidade, para além de conter disposições de duvidosa constitucionalidade. O agravamento incomportável da situação social, económica, financeira e política, será uma realidade se não se puser termo à política seguida.
Perante estes factos, os signatários interpretam – e justamente – o crescente clamor que contra o Governo se ergue, como uma exigência, para que o Senhor Primeiro-Ministro altere, urgentemente, as opções políticas que vem seguindo, sob pena de, pelo interesse nacional, ser seu dever retirar as consequências políticas que se impõem, apresentando a demissão ao Senhor Presidente da República, poupando assim o País e os Portugueses ainda a mais graves e imprevisíveis consequências.
É indispensável mudar de política para que os Portugueses retomem confiança e esperança no futuro.
PS: da presente os signatários darão conhecimento ao Senhor Presidente da República.
Lisboa, 29 de Novembro de 2012"
MÁRIO SOARES
ADELINO MALTEZ (Professor Universitário-Lisboa)
ALFREDO BRUTO DA COSTA (Sociólogo)
ALICE VIEIRA (Escritora)
ÁLVARO SIZA VIEIRA (Arquiteto)
AMÉRICO FIGUEIREDO (Médico)
ANA PAULA ARNAUT (Professora Universitária-Coimbra)
ANA SOUSA DIAS (Jornalista)
ANDRÉ LETRIA(Ilustrador)
ANTERO RIBEIRO DA SILVA (Militar Reformado)
ANTÓNIO ARNAUT (Advogado)
ANTÓNIO BAPTISTA BASTOS (Jornalista e Escritor)
ANTÓNIO DIAS DA CUNHA (Empresário)
ANTÓNIO PIRES VELOSO (Militar Reformado)
ANTÓNIO REIS (Professor Universitário-Lisboa)
ARTUR PITA ALVES (Militar reformado)
BOAVENTURA SOUSA SANTOS (Professor Universitário-Coimbra)
CARLOS ANDRÉ (Professor Universitário-Coimbra)
CARLOS SÁ FURTADO (Professor Universitário-Coimbra)
CARLOS TRINDADE (Sindicalista)
CESÁRIO BORGA (Jornalista)
CIPRIANO JUSTO (Médico)
CLARA FERREIRA ALVES (Jornalista e Escritora)
CONSTANTINO ALVES (Sacerdote)
CORÁLIA VICENTE (Professora Universitária-Porto)
DANIEL OLIVEIRA (Jornalista)
DUARTE CORDEIRO (Deputado)
EDUARDO FERRO RODRIGUES (Deputado)
EDUARDO LOURENÇO (Professor Universitário)
EUGÉNIO FERREIRA ALVES (Jornalista)
FERNANDO GOMES (Sindicalista)
FERNANDO ROSAS (Professor Universitário-Lisboa)
FERNANDO TORDO (Músico)
FRANCISCO SIMÕES (Escultor)
FREI BENTO DOMINGUES (Teólogo)
HELENA PINTO (Deputada)
HENRIQUE BOTELHO (Médico)
INES DE MEDEIROS (Deputada)
INÊS PEDROSA (Escritora)
JAIME RAMOS (Médico)
JOANA AMARAL DIAS (Professora Universitária-Lisboa)
JOÃO CUTILEIRO (Escultor)
JOÃO FERREIRA DO AMARAL (Professor Universitário-Lisboa)
JOÃO GALAMBA (Deputado)
JOÃO TORRES (Secretário-Geral da Juventude Socialista)
JOSÉ BARATA-MOURA (Professor Universitário-Lisboa)
JOSÉ DE FARIA COSTA (Professor Universitário-Coimbra)
JOSÉ JORGE LETRIA (Escritor)
JOSÉ LEMOS FERREIRA (Militar Reformado)
JOSÉ MEDEIROS FERREIRA (Professor Universitário-Lisboa)
JÚLIO POMAR (Pintor)
LÍDIA JORGE (Escritora)
LUÍS REIS TORGAL (Professor Universitário-Coimbra)
MANUEL CARVALHO DA SILVA (Professor Universitário-Lisboa)
MANUEL DA SILVA (Sindicalista)
MANUEL MARIA CARRILHO (Professor Universitário)
MANUEL MONGE (Militar Reformado)
MANUELA MORGADO (Economista)
MARGARIDA LAGARTO (Pintora)
MARIA BELO (Psicanalista)
MARIA DE MEDEIROS (Realizadora de Cinema e Atriz)
MARIA TERESA HORTA (Escritora)
MÁRIO JORGE NEVES (Médico)
MIGUEL OLIVEIRA DA SILVA (Professor Universitário-Lisboa)
NUNO ARTUR SILVA (Autor e Produtor)
ÓSCAR ANTUNES (Sindicalista)
PAULO MORAIS (Professor Universitário-Porto)
PEDRO ABRUNHOSA (Músico)
PEDRO BACELAR VASCONCELOS (Professor Universitário-Braga)
PEDRO DELGADO ALVES (Deputado)
PEDRO NUNO SANTOS (Deputado)
PILAR DEL RIO SARAMAGO(Jornalista)
SÉRGIO MONTE (Sindicalista)
TERESA PIZARRO BELEZA (Professora Universitária-Lisboa)
TERESA VILLAVERDE (Realizadora de Cinema)
VALTER HUGO MÃE (Escritor)
VITOR HUGO SEQUEIRA (Sindicalista)
VITOR RAMALHO (Jurista)
Debater as privatizações com Eduardo Paz Ferreira
http://youtu.be/dbupuqtjN40?hd-1 é o endereço onde podem ouvir o Professor Paz Ferreira convocar-vos para uma sessão de debate sobre as privatizações em curso. Quem diria que as empresas públicas ainda haviam de ajudar o Estado a saír do pântano? Mas o judo não é para todos... Vamos aprender com quem sabe.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
A numeração no governo
Este governo não é bom em números. Engana-se frequentemente na macro. Mas que o seu primeiro-ministro nomeie, como o fez na TVI, o seu segundo e terceiro ministro sem critério revela um grande desconhecimento do papel dos membros do actual Executivo. A minha ordenação é bem diferente: Paulo Macedo é o número dois pelo mérito, o outro Macedo é o terceiro pelo trabalho que tem na pasta. Mas quem marcará a data das próximas eleições será Paulo Portas, que é o que faz o primeiro-ministro no governo de Sua Majestade Britânica...
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Notícias de Onésimo
Conheci Onésimo Teotónio de Almeida em 1979 na Universidade de New Hampshire- EUA, num colóquio sobre a revolução portuguesa. Os intelectuais idos de Lisboa, com os seus percursos de mentalidade clássica, mesmo que radical, tinham dificuldade em acompanhar o ritmo e a novidade do seu pensamento agitado.Fiquei cativado. «Temos aqui um objecto de estudo», pensei então. E de facto continuamos a ter neste universitário transatlântico um pensador diferente e multifacetado. Com o concurso de um confesso discípulo, João Maurício Brás, publica agora um diálogo ensaísta sobre o seu percurso filosófico Utopia em dói menor.São 40 anos de intervenção exigente e polémica no espaço público. Poucos contribuem tanto para a internacionalização dos intelectuais pátrios como este professor da Universidade de Brown.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
A Grécia à frente
Ninguém sabe como lidar com a dívida soberana grega, porque as razões que levaram ao actual modelo de assistência financeira internacional na zona euro estão datadas. O critério do pagamento integral da dívida é irrealista, e está ultrapassdo, embora fosse muito apelativo para os credores em plena crise dos pagamentos inter-bancários em 2009. O modelo de negociação com os credores mantendo os Estados sob-tutela criou a ilusão que não seria necessário renegociar com os credores o perfil da dívida, taxas de juro, maturidades, etc...
Esta noite percebeu-se mais uma vez que esse modelo só leva ao atraso das medidas que devem ser tomadas e que acabam por ser tomadas: baixa das taxas de juro, adiamento dos prazos, etc. Mas sempre às arrecuas, sem se passar à libertação negocial dos Estados. Assim isto vai acabar mal para o FMI, o Euro-Grupo e o BCE. Porque ninguém quer ser a Grécia quando a Grécia indica o caminho...
Esta noite percebeu-se mais uma vez que esse modelo só leva ao atraso das medidas que devem ser tomadas e que acabam por ser tomadas: baixa das taxas de juro, adiamento dos prazos, etc. Mas sempre às arrecuas, sem se passar à libertação negocial dos Estados. Assim isto vai acabar mal para o FMI, o Euro-Grupo e o BCE. Porque ninguém quer ser a Grécia quando a Grécia indica o caminho...
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
A Catalunha entre soberanistas e republicanos
O referendo pela independência da Catalunha obliterou os espíritos sobre a análise dos resultados de ontem naquela Comunidade Autonómica.Madrid, com a maioria descendente dos conservadores de Artur Más e a subida significativa da Esquerda Republicana, em vez de ter ficado só com um problema agora tem dois!
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